Lindo vídeo que muito contribui com nossas reflexões sobre quem devemos ser. Muito bom mesmo!
“Nunca estamos sós no Caminho. Conosco vai quem convidamos. Que seja sempre Jesus” Espírito Joaquim
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Vídeo - magistral contribuição sobre nossas reflexões sobre religiosidade e religião
Lindo vídeo que muito contribui com nossas reflexões sobre quem devemos ser. Muito bom mesmo!
domingo, 13 de setembro de 2015
A Lição do fogo
autor Desconhecido
Autor Desconhecido
Um membro de um determinado
grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de
participar de suas atividades.
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria.
O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.
O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada.
No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.
Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez.
Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.
O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo.
Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria.
O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.
O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada.
No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.
Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez.
Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.
O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo.
Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!
Reflexão : Aos membros de um grupo vale lembrar que eles fazem parte da chama e que longe do grupo eles perdem todo o brilho. Aos lideres vale lembrar que eles são responsáveis por manter acesa a chama de cada um e por promover a união entre todos os membros, para que o fogo seja realmente forte, eficaz e duradouro.
(Autor desconhecido)
Simão e Pedro
autor Thiago D. Trindade
Simão estava com seus pés limpos.
Seus dedos nodosos e inquebráveis estavam fixos ao chão poeirento. Certamente
angustiado, o pescador de Cafarnaum se vira sem seu doce Mestre, que só após
ressurgir do túmulo, permaneceu com ele e os demais pupilos por mas alguns
dias, conforme asseverou Mateus, em seu Evangelho. Cabia então ao áspero hebreu
fazer-se, de fato ,seguidor do Cristo e levar seus ensinamentos adiante.
Certamente Pedro devia se
perguntar do por que fora escolhido por Jesus para levar a Boa Nova ao mundo, e
mais, com posição de liderança. Logo ele, que fora um aprendiz teimoso, tendo
fracassado em inúmeras provas, como por exemplo, o episódio em que afundou no
mar da Galiléia, diante de Jesus. Falhara em curar enfermos, se entregara a
violência e ao ciúme. E ainda mentiu três vezes, negando ao Cristo.
Nem por isso, mesmo tendo falhado
tanto, Pedro abandonou a Seara do Cristo. Discordando de Tiago e Paulo, e
talvez até mesmo de si mesmo, debatendo com seus conflitos internos, onde ainda
havia o Homem Velho, ou Simão o Pescador de Cafarnaum, o apóstolo de Jesus fez
o que pôde, levando a Boa Nova dentro de si e a espalhando pelo mundo.
Simão Pedro não era perfeito.
Jesus não exigia que Pedro fosse perfeito. O Nazareno estimulava Pedro a se
esforçar a vencer suas imperfeições para um dia ser perfeito. E Pedro
compreendia isso, trabalhando incessantemente.
Jesus nos incentiva a refletirmos
sobre excelsa relação com Simão Pedro. Somos rústicos, ciumentos, vingativos,
mentirosos por conta de nossa moral deficiente. Quantas vezes renegamos o
Cristo? Quantas vezes O traímos, apontando dedos inquisidores? Quantas vezes
desembainhamos espadas de ódio? Quantas vezes afundamos no mar da descrença?
Quantas vezes nos enterramos no lodaçal da ingratidão?
Nos prendemos a debates estéreis,
cheios de retóricas, onde não procuramos aprender, mas sim empurrar nossa visão
pessoal, muitas vezes deturpadas e egocêntricas.
Somos, portanto, Simão, o Pescador Material. Porém, com Jesus,
podemos – e devemos – ser como Pedro, o Pescador de Almas, ajudando aos outros
em nome do Cristo e, com isso, ajudando a nós mesmos.
Pedro sabia que Jesus estava
sempre com ele onde quer que fosse, e, no seu derradeiro momento encarnado,
diante dos implacáveis romanos, o Pescador de Almas não temeu. A coragem dos
honestos e a serenidade dos justos acalentavam seu coração repleto de
compaixão.
É possível, com um pouco de
poesia, imaginar o reencontro, no Plano Espiritual, entre Jesus e Pedro. Jesus,
em meio ao Mar da Genezaré, fitando o amado amigo de braços abertos. Pedro, por
sua vez, seguia, com passos firmes e sorriso de triunfo no rosto, inebriado
pelo calor do reencontro sobre as águas. Mestre e pupilo se abraçam sobre o mar
sagrado e tudo é luz.
Pedro venceu como nós iremos
vencer, se seguirmos Jesus.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Breves reflexões acerca da educação dos filhos à luz do Evangelho e da Codificação Espírita
Autor Thiago D. Trindade
Refletindo, em um primeiro
momento sobre a importância do Evangelho, ou se preferirem, sobre a educação
religiosa, devemos aceitar o fato de que o Cristo é o Caminho, a Verdade e a
Vida. Sendo o Nazareno o Caminho, devemos adotar suas pegadas para assim
atingirmos a Verdade, e, dessa forma, chegaremos à Verdadeira Vida, que é a
Plenitude Espiritual.
Jesus, sendo nosso modelo, começa
seus primeiros ensinamentos ainda na infância, se sujeitando – e ele é o
Governador Espiritual de nosso mundo – a autoridade de José e Maria,
demonstrando a importância da hierarquia familiar e respeitando as posições de
tutelado e tutor.
Mais tarde, em seu Mandato de
Amor entre nós, Jesus trouxe lições que nos orientam a proteger aqueles que
estão indefesos, ou mais fracos física ou moralmente, assumindo uma postura, de
grosso modo, paternal, em virtude das informações que nós temos e o outro não.
As informações a respeito de fraternidade nos é uma responsabilidade. A
educação religiosa, por conta disso, começa no lar, conforme trataremos mais
adiante, e migra para a Casa Religiosa, onde pautada nos Ensinamentos Crísticos
de Amar a Deus e ao próximo, encontramos diversas fontes de novas idéias e
situações para fixar as informações evangélicas de forma construtiva,
gradativa, participativa e de acordo com a fase específica que a pessoa esteja
atravessando.
Portanto, tomemos a religião como
segunda escola, que, consorciada com a primeira, a família, teremos por
objetivo a formação moral do indivíduo, que por sua vez, estará municiado de
condições para enfrentar suas provas e expiações.
Na Doutrina Espírita, encontramos
um manancial de informações que revelam a responsabilidade de se formar um
indivíduo. No Livro dos Espíritos, mais precisamente, nas questões 582 e 583,
encontramos preciosas orientações acerca da missão da paternidade. Sabemos que
somos imortais e fadados à perfeição, mas, no entanto, carecemos de
desenvolvimento moral.
Nessas questões citadas, vemos um
preocupado Kardec indagando a espiritualidade se a paternidade deve ser vista
como uma missão, e mais adiante, o nobre pedagogo prossegue perguntando sobre
as responsabilidade dos atos dos filhos. Ora, a Espiritualidade é direta. É
claro que a paternidade é uma missão, uma confiança que Deus nos outorga em
preparar moralmente um Espírito. E caso
esse Espírito tutelado cometa algum erro em virtude do nosso fracasso em
educar, a responsabilidade é mais nossa do que do educando. Pode também
acontecer o seguinte: nós fazemos de tudo para o crescimento moral do tutelado
e ainda assim o tutelado escolhe mal. Nessa situação a responsabilidade do mau
uso do livre arbítrio é dele e não do tutor.
Não é fácil educar um filho. Não
com os desregramentos que a sociedade nos impõe. A solução, porém, consiste em
uma única palavra: exemplo.
Jesus é perfeito, mas teve um pai
exemplar.
Jesus é perfeito, mas teve uma
mãe exemplar.
Por isso, devemos, não só adotar
Jesus como modelo, mas também José e Maria, pois seu exemplo de dedicação à
formação moral, precedeu o Mestre Nazareno.
A nosso tutelado, devemos sempre
dar o exemplo, seja ele nosso filho carnal ou espiritual. Devemos, com nossa
conduta sã, saber impor limites. Muitas vezes dizemos “não”, por ser esta
também uma forma de Caridade, mas sempre devemos dar as devidas explicações
para não criarmos em nossos filhos a perigosa curiosidade que nos desafia.
Devemos exercitar nossa
paciência, humildade, fé e esperança e nossos filhos irão ver claramente isso.
Façamos a nossa parte, com o Evangelho a embasar nossa conduta e com a
Codificação Espírita a estabelecer nossos planos de ação, conferindo-nos a
capacidade de adoção de abordagens pedagógicas específicas junto a nossas
crianças.
Que nós possamos orar juntos com
nossos filhos. A oração é uma ferramenta muito poderosa, que vem sendo posta de
lado. O culto no lar deve ser feito em família, bem como em família deve ser o
enfrentamento das dificuldades, para que nosso protegido, quando estiver na
posição de “chefiar” um núcleo de encarnados, ele saiba o que fazer.
Sigamos, pois, o exemplo de José
e Maria, que mesmo sabendo que seu filho era maior do que eles, ainda assim não
se desviaram da tarefa de moldar um filho para o mundo.
No entanto, alguém pode
considerar que muitos lares estão sendo desfeitos. Verdade. Mas não existe
“ex-filho”. Existe filho e não importa onde os pais estejam, serão responsáveis
pelos tutelados e a figura do padrasto ou madrasta não tira de ninguém a outorga
conferida por Deus de ser responsável por um Espírito.
Nas relações onde um casal de
homossexuais toma uma criança para criar, bem, a responsabilidade é a mesma e
reconhecemos as famílias bem sucedidas são avaliadas pela sua conduta, o que já
refletimos em outros textos. Aliás, embora não seja o tema central deste texto,
informamos aqui que muitas crianças estão em abrigos, à espera da adoção, mas
por preconceito, casais homossexuais, repleto de amor fraternal, são impedidos
de simplesmente porem seus pés em muitos orfanatos. E assim a roda de rancor e
miséria moral se estende.
Sigamos, pois, o exemplo de José
e Maria, que mesmo sabendo que seu filho era maior do que eles, ainda assim não
se desviaram da tarefa de moldar um filho para o mundo.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Vídeo - Que saudade de Angola, cultura!
Publicado em 6 de jun de 2015
Autora: Zila Vermelha - Abadá Capoeira
Intérpretes: Danny Lindozo (Tempestade)- Instituto Sol da Liberdade
Flávia Lindozo (Natureza)- Instituto Sol da Liberdade
Ritmo Original: Benguela
Ah, que saudade, sinhô,
Saudade, sinhá,
De Angola, êêê,
Angola.
Quando eu fui capturado,
Tinha três “filho” e um irmão.
Tandala morreu lutando
Com sua lança na mão.
Era festa no Ndongo,
Quando a tropa apareceu,
Nzinga fugiu pelo Kwanza,
Em Kindonga se escondeu.
“Fomo preso” num navio,
Do kota, tem notícia não.
Vim parar na Rua Direita
E os três ficaram no porão.
Na capoeira eu vi
Nascer a dança da guerra,
Sei que ela vai libertar
Todos os kambas dessa terra
Peço a Zambi em oração,
Se desse banzo eu morrer,
Deixa eu voltar pra Angola
Pra em Matamba eu renascer.
Ah, que saudade, sinhá,
Saudade, sinhô,
De Angola, êêê,
Lá ficou meu amor.
Essa música é baseada em fatos ocorridos nos Reinos do Ndongo e da Matamba, no século XVII, idos de 1618/1659, tendo como personagem a Ngola (Rainha) Nzinga Mbande Cakombe. Dona Ana de Sousa, Ngola Nzinga Mbande ou Rainha Ginga, nasceu em 1582 e faleceu, em Matamba, em 17 de dezembro de 1663, com mais de 80 anos, sem nunca ter sido capturada. Foi uma grande líder no Sudoeste de África e seu título real na língua kimbundu, Ngola (Rainha), foi o nome utilizado pelos portugueses para denominar aquela região (Angola). O personagem principal da música é um guerreiro do Ndongo que presenciou o massacre ocorrido em uma das invasões portuguesas ao Reino, com a consequente fuga da Rainha Nzinga, através do rio Kwanza, para a Ilha de Kindonga. Nesse ataque, o Chefe da Guerra (Tandala) foi gravemente ferido e não resistiu. Seu kota (irmão mais velho), também guerreiro, perdeu-se na multidão de escravizados. Seus três filhos não resistiram à travessia atlântica da África para o Brasil... A esperança e alento desse homem corroído pelo banzo foi ter visto nascer, no mato ralo da fazenda (capoeira), aquela que iria libertar todos os seus kambas (irmãos). No auge da sua dor, ele pede a Nzambi (Deus) que o deixe voltar para Angola, para renascer naquele que era o paraíso na terra, mais precisamente no local onde Ngola Nzinga e seu povo se instalaram após deixarem Kindonga: o Reino da Matamba, terra dos libertos! (Contribuição de ZIlá Lima)
Intérpretes: Danny Lindozo (Tempestade)- Instituto Sol da Liberdade
Flávia Lindozo (Natureza)- Instituto Sol da Liberdade
Ritmo Original: Benguela
Ah, que saudade, sinhô,
Saudade, sinhá,
De Angola, êêê,
Angola.
Quando eu fui capturado,
Tinha três “filho” e um irmão.
Tandala morreu lutando
Com sua lança na mão.
Era festa no Ndongo,
Quando a tropa apareceu,
Nzinga fugiu pelo Kwanza,
Em Kindonga se escondeu.
“Fomo preso” num navio,
Do kota, tem notícia não.
Vim parar na Rua Direita
E os três ficaram no porão.
Na capoeira eu vi
Nascer a dança da guerra,
Sei que ela vai libertar
Todos os kambas dessa terra
Peço a Zambi em oração,
Se desse banzo eu morrer,
Deixa eu voltar pra Angola
Pra em Matamba eu renascer.
Ah, que saudade, sinhá,
Saudade, sinhô,
De Angola, êêê,
Lá ficou meu amor.
Essa música é baseada em fatos ocorridos nos Reinos do Ndongo e da Matamba, no século XVII, idos de 1618/1659, tendo como personagem a Ngola (Rainha) Nzinga Mbande Cakombe. Dona Ana de Sousa, Ngola Nzinga Mbande ou Rainha Ginga, nasceu em 1582 e faleceu, em Matamba, em 17 de dezembro de 1663, com mais de 80 anos, sem nunca ter sido capturada. Foi uma grande líder no Sudoeste de África e seu título real na língua kimbundu, Ngola (Rainha), foi o nome utilizado pelos portugueses para denominar aquela região (Angola). O personagem principal da música é um guerreiro do Ndongo que presenciou o massacre ocorrido em uma das invasões portuguesas ao Reino, com a consequente fuga da Rainha Nzinga, através do rio Kwanza, para a Ilha de Kindonga. Nesse ataque, o Chefe da Guerra (Tandala) foi gravemente ferido e não resistiu. Seu kota (irmão mais velho), também guerreiro, perdeu-se na multidão de escravizados. Seus três filhos não resistiram à travessia atlântica da África para o Brasil... A esperança e alento desse homem corroído pelo banzo foi ter visto nascer, no mato ralo da fazenda (capoeira), aquela que iria libertar todos os seus kambas (irmãos). No auge da sua dor, ele pede a Nzambi (Deus) que o deixe voltar para Angola, para renascer naquele que era o paraíso na terra, mais precisamente no local onde Ngola Nzinga e seu povo se instalaram após deixarem Kindonga: o Reino da Matamba, terra dos libertos! (Contribuição de ZIlá Lima)
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