“Nunca estamos sós no Caminho. Conosco vai quem convidamos. Que seja sempre Jesus” Espírito Joaquim
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Um certo jovem de Assis
Autor Thiago D. Trindade
Antes de refletirmos sobre Giovanni di Pietro di Bernardone, ou Francisco de Assis, como preferem alguns, devemos primeiro entender brevemente o contexto histórico em que esse homem viveu, que pode ser observado em qualquer livro de História do Ensino Médio.
A espiritualidade europeia estava auto aprisionada em mosteiros, desenvolvendo-se de forma introvertida e contemplativa. O pensamento erudito era pessimista em relação ao mundo e a Humanidade. Para eles, o mundo e a Humanidade, em essência, eram maus.
Mas esses mosteiros eram ainda centros de conhecimento profundo, com vastas bibliotecas e muito do que se conhece de literatura e História é graças ao trabalho dos mestres copistas, que também dominavam o pensamento abstrato, o teológico e também a Psicologia.
Embora os monges fossem pessoalmente pobres, suas Ordens eram ricas, proprietárias de terras e ouro, graças as doações na nobreza e do povo.
O pensamento corrente era de que a vida de monge era garantia para a entrada no Paraíso. Muitos leigos, após uma vida imoral, doavam grandes somas de dinheiro e iam para a clausura eclesiástica, certos de que o Paraíso lhes aguardava como príncipes.
Podemos observar que esse pensamento até então em vigor vai contra o pensamento do Cristo. E um franzino italiano iria lembrar a dominante Igreja disso.
Na época de Giovanni Bernardone, o modelo feudal declinava em favor da burguesia mercantil. Seu pai, Pietro Bernardone, era um poderoso comerciante.
Nascido em berço de ouro, o jovem Giovanni, que era apelidado de Francesco (que significa francês em italiano), ou para nós, Francisco, cresceu ao sabor do desregramento.
Com gosto pelas fortes emoções, foi soldado. Acabou prisioneiro e contraiu problemas de saúde que o acompanharam pelo resto de sua encarnação.
Mas, espera aí! Um homem que é até hoje conhecido pela sua mansidão era um arruaceiro e soldado mercenário? É, ele foi.
Se observarmos a História Cristã, vemos que muitos dos maiores auxiliares de Jesus eram os mais mundanos que a Humanidade tinha a oferecer: Pedro, era violento, teimoso e preconceituoso; Mateus e Zaqueu, temíveis publicanos, e, Paulo, que fora fariseu e implacável perseguidor de cristãos são alguns exemplos a serem lembrados aqui.
O Cristo sempre gostou de pegar um punhado de carvão, pretensamente, insignificante, e o transformava em reluzente diamante, que refratava as luzes celestes.
Simples assim.
Como sabemos, o Mestre Galileu chegou a cada um desses citados de forma única. E foi quando Francisco partia para sua segunda guerra, após sonhar com uma bela donzela, um opulento castelo e com um exército a lhe servir, que uma voz lhe indagou: “Quem te pode ser de maior proveito, o senhor ou o servo?” Sem hesitar, o jovem escolheu o “senhor”, mas a “voz” o estimulou a regressar ao lar com a promessa de que haveria uma orientação a ser dada.
Essa foi, certamente, a primeira vez que o povo olhou Francisco com desconfiança, pois praticamente desertara. Seu pai, muito provavelmente, gastou uma razoável soma de dinheiro pagando propinas para que as autoridades esquecessem as acusações de deserção do exército papal.
Mas não foi daí que Francisco saiu praticando a Caridade.
Antes o jovem, em uma caverna, procurou entender o que se passava com ele. Procurou meditar, autoanalisar-se, ou, como dizemos hoje em dia, procurar sua Reforma Íntima (que aliás deve ser construída aos poucos).
Se para nós é difícil o conceito de Reforma Íntima, apesar de todas as informações que temos, imaginemos o quão difícil era para um jovem, na Idade Média, numa Era onde havia somente uma corrente de pensamento filosófico, e que qualquer coisa diferente era considerado crime passível de morte.
Embora Francisco não compreendesse sua própria vida, brotava nele o desejo de servir. Tanto que caminhando na mata, deparou com um leproso (que até hoje essa doença é vista como uma “maldição divina”) e deu-lhe seu rico manto. E mais, deu-lhe um beijo no rosto retorcido.
Foi um gesto impulsivo, como sabemos, mas que o satisfez. E essa sensação lhe era inédita e verdadeira.
Chegando à Igreja de São Damião, ouviu a Voz do Cristo, a partir de um pequeno crucifixo, que lhe pediu para reformar a igreja. Afoito, o jovem não refletiu sobre qual Igreja falara o Cristo, embora depois ele descobrisse que o Mestre se referia à reformar o mundo. Francisco saiu veloz da igrejinha e regressou à loja do pai, que estava ausente. Tomando os caros tecidos do negócio familiar, vendeu-os a baixo preço na feira para o povo, que logo após o taxou de louco e, em seguida, o apedrejou. Salvo pelo pai, foi confrontado por ele, que não compreendia o gesto e as motivações do filho.
Nesse momento, que é celebrado sempre que fala em Francisco de Assis, o jovem despiu-se de suas belas roupas que usava.
Agora sim, Francisco estava pronto para iniciar o serviço do Cristo, pois as vestes ricas, pesadas e limitantes, significavam o abandono do Homem Velho que todos nós devemos despojar.
Francisco, portanto, seguia o Ensinamento do Cristo: “... dê tudo que tens e me segue” (Mateus, 20:21). Mas esse revolucionário italiano precisava beber mais da fonte doutrinária de Jesus. Sua reestruturação mental e moral ainda estava frágil. Afinal era jovem e a rejeição de sua família e sociedade vergastavam-lhe a alma que ansiava por luz.
Buscou aprofundar suas meditações nos Ensinos do Cristo, mas não procurou mosteiro algum. Francisco procurou por Jesus nas vilas pobres, nos doentes e miseráveis de todas as cores. Encontrou na miséria do mundo a luz do Cristo.
Francisco entendeu que Jesus concedia a todos, sem distinção, a oportunidade de entrar no Reino dos Céus.
O missionário sabia que iria atravessar tempestades, pois o Evangelho de Jesus já era, há muito tempo, deturpado para atender interesses egoístas. Como solução, Francisco não procurou debates teóricos, pois sabia que não era páreo para os articulados doutores da Igreja.
Preferiu, o jovem, fazer do trabalho em nome do Cristo o seu cartão de visitas, logo, sua Tese.
Apesar das dificuldades, seu plano prosperou e chegou a fundar a Ordem dos Frades Menores, que fazia o impressionante voto de pobreza absoluta.
Francisco se preocupava bastante em seguir os Ensinos do Nazareno. Usava, a exemplo do Mestre Galileu, austeridade máxima consigo mesmo e de enorme condescendência para com o próximo.
Chamava o corpo de “Irmão Burrico” e o frade ensinava que a Moralização era fundamental para a Felicidade Futura. O jovem seguidor do Cristo ainda afirmava que o corpo era uma das mais belas obras de arte, já que tínhamos sido feitos à imagem e semelhança de Deus. Dessa forma, Francisco de Assis, se antecipou aos mestres renascentistas que só viriam séculos depois.
Para Francisco, o corpo é um Templo de Deus e o mundo em si é outro Templo que deve ser conservado e honrado em nome do Criador.
O frade se descobriu pequeno como um grão de mostarda ante a grandeza da Obra de Deus. Percebeu que era um integrante, e não o senhor da Natureza, como nos esclarece a questão 540 do Livro dos Espíritos e o Capítulo 10 de A Gênese, integrantes da Codificação Espírita. Para esse Servidor do Cristo, a Criação está intensamente conectada.
O manso italiano era, em plena Idade Média, o primeiro ecologista. Na obra conhecida como “O Cântico ao Irmão Sol” ou “Cântico das Criaturas”, vemos acertadamente o jovem de Assis chamar o vento, o sol, o lobo, as árvores de irmãos, já que como nós, foram criados pelo Amor Divino.
A Paciência, A Perseverança, A resignação, A Humildade e a Fé de Francisco eram admiráveis. Enfrentou as dificuldades com uma firmeza inferior somente à Paixão de Cristo e ao sofrimento dos primeiros mártires do Cristianismo, conforme assinalam alguns estudiosos.
Seu desconforto físico era uma constante. Sua visão, cada vez pior, somada aos problemas estomacais, lhe agrediam dia e noite. Muito semelhante a outro Francisco, nascido no Brasil, em início do século 20...
Quanto de nós ousam seguir o Evangelho do Cristo que nos manda amar irrestritamente?
Meditemos sobre isso.
Meditemos se nossa paciência, perseverança, resignação e fé não precisam ser mais desenvolvidas com estudo e trabalho.
Por que nós não tiramos de nossos desconfortos físicos a força necessária para trabalhar para nós mesmos e inspirar os outros?
Nos últimos anos, Francisco de Assis é lembrado somente como Protetor do Meio Ambiente. Na verdade, o frade trabalhou intensamente com leprosos, alienados e famintos. Chamava a Morte, o Desencarne, de Irmã e sorria para ela, pois sabia que era um gesto de Deus.
Francisco sabia que o desencarne era fundamental para o desenvolvimento Moral\Espiritual da Humanidade. Como Amigo da Morte, o frade levava a mensagem de Jesus de que nada se leva deste mundo se não as ações praticadas, fossem boas ou más. O Trabalhador do Cristo lembrava que a vida na Terra era o tempo de semear.
Certamente com um pouco de severidade, o leal Servidor ensinava ao povo que não se negociava o Reino dos Céus, apesar dos apelos da dominante Igreja, mas somente o serviço ao próximo era capaz de levar uma alma ao Paraíso. Francisco, em suas simples palavras, enfatizava o ensinamento de Jesus que fazia alusão que se fizesse o menor dos servidores, será digno do Reino dos Céus. (João, 13: 1-11).
Por gestos e palavras, Francisco ensinava que era necessário morrer para os excessos mundanos, entraves para a entrada no Reino dos Céus. Francisco ensinava que o mais sublime sinônimo de Amor é o Perdão, que tem por igualdade de significado: o Carinho, a Compreensão, a Empatia, o Servir.
Acreditamos que é assim que Francisco de Assis deve ser lembrado – e estudado – pelo seu exemplo em despir-se dos entraves limitantes de sua evolução pessoal.
Seguidores de seu exemplo em Servir, infelizmente, são poucos: Adolfo Bezerra de Menezes, Cairbar Schutel, Eurípedes Barsanulfo, André Luiz, Chico Xavier, Irmã Dulce, Tereza de Calcutá, Gandhi, Frei Damião, e uns poucos...
E onde quer que esses Missionários estejam, nos conclamam a seguir o Cristo, primeiro dentro de nós mesmos e, em seguida, em nossa família.
E, quando menos esperarmos, estaremos contemplando a luz divina de braços dados com toda a Humanidade e, conheceremos a bela dama, de nome Felicidade; conheceremos o Castelo do Reino dos Céus; e tomaremos parte do exército de companheiros de Francisco de Assis, elementos sonhados anos antes, quando partia para a guerra, em solo italiano.
O pequeno frade nos ensinou que Estudar e Trabalhar; Trabalhar e Estudar são fundamentais para Servir melhor ao próximo.
E Servir melhor ao próximo é:
AMAR
AMAR
AMAR
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Vídeo - Jacob Melo dissertando sobre como receber o passe magnético
Publicado em 3 de set de 2012
Palestra apresentada por Jacob Melo em 11.Mai.2012 na entidade espírita Irradiação Espírita Cristã (Goiânia-GO - www.iecv.org).Nos idos de 1948 os fundadores da casa davam os primeiros passos para sua realização e estruturação. Inicialmente o nome dado ao grupo foi Tenda do Caminho e no campo espiritual seus trabalhos eram na linha da Umbanda. A partir de 1953, já instalada em sede definitiva, passaria a prestar inúmeros e inestimáveis serviços à comunidade, quer no campo do atendimento espiritual, quer na área da assistência e promoção social. Em 1962 o nome da entidade foi alterado para Irradiação Espírita Cristã, regendo-se a partir de então pela orientação Kadercista.
Jacob Melo (Teresina-PI, 1952 - http://jacobmelo.webs.com) foi criado em lar espírita e sempre esteve vinculado aos grupos de estudos e de divulgação da Doutrina Espírita. Foi marcante sua presença na criação do Fórum Espírita de Natal (FOREN), evento de grande porte que dirigiu por 8 anos consecutivos. No embalo desses eventos, surgiu o GENE, uma organização que reunia os organizadores e dirigentes de grandes eventos doutrinários espíritas no Nordeste. Junto com amigos fundou em 1990 na cidade de Natal (RN) o Grupo Espírita Allan Kardec (GEAK), Lar Espírita Alvorada Nova (LEAN), instituição da qual é dirigente. Com apoio da Federação Espírita Brasileira (FEB) em 1992 publicou "O Passe -- Seu Estudo, Suas Técnicas, Sua Prática", seu primeiro livro. Foi um grande best-seller, com mais de 100.000 exemplares vendidos, e tornou-se referência para todo aquele que pretende estudar os passes e o Magnetismo.
O arquivo de áudio em formato MP3 está disponível em:
Palestra Espírita - Jacob Melo - O Passe - Como aproveitar bem o passe
http://www.4shared.com/mp3/fdp8i7cx/1...
Desobsessão rápida
Autor Thiago D. Trindade
Entendemos o processo obsessivo como
a incidência mental de um indivíduo, ou grupo, sobre um terceiro, podendo ser
os envolvidos encarnados ou desencarnados.
Consideramos ainda a auto obsessão,
quando a própria pessoa volta contra si mesmo sua força mental, prejudicando a
si mesma. Nesse contexto, avaliamos ainda que a auto obsessão, quase sempre
abre espaço para a aproximação de espíritos sofredores sobre o espírito auto
obsediado.
O tratamento para todos os casos é a
desobsessão, que é uma série de ensinamentos – e vivências práticas, o que é
pouco considerado ultimamente – baseados na grande virtude do Perdão
incondicional, um dos sinônimos do Amor Fraternal. No Capítulo 5 do Evangelho
Segundo o Espiritismo, que trata sobre as aflições, percebemos a grande
importância de se perdoar as ofensas.
A literatura Espírita é riquíssima de
elucidações a respeito da desobsessão e de seus fatores correlatos. Há livros
de André Luiz, Bezerra de Menezes, Manoel Philomeno, Joanna de Angelis,
Emmanuel, dentre outros, que narram uma parcela das sagas evolutivas de
pessoas, que se entrelaçam em teias de rancor e ódio. Sentimentos baixos que
atravessam os séculos da Terra.
Há obras que versam diretamente sobre
o tema, de André Luiz, pela mediunidade de Chico Xavier e Waldo Vieira
(Desobsessão, editora FEB, 1° edição, 1964, 1° edição especial, 2010, 274
páginas), e, mais recentemente, de Suely Caldas Schubert (Obsessão/desobsessão
– profilaxia e terapêutica espíritas, 2° edição, 2010, 239 páginas), que
“destrincham” essa nebulosa questão evolutiva para todos nós.
Em quase todos os casos, percebemos
que o processo desobsessivo é lento e gradual. Uma parte depende do obsediado em
aceitar o tratamento indicado, que é perdoar e instruir-se. A outra depende do
obsessor(es), que se julgam, na maioria das vezes, vingadores de causam que
jazem sob o pó dos anos terrestres, mantendo assim o ciclo de dor e sofrimento
que se arrasta sem previsão de encerramento.
Não obstante, a Umbanda (assim como
outras religiões) trabalha intensamente com a desobsessão. Investe na Educação
Moral de seu adepto, e do grupo de Espíritos que lá chega em busca de alívio e
esclarecimento.
Nos casos da desobsessão mais
propriamente dita, onde o Espírito sofredor é confrontado com a Verdade do Bem,
vemos a Umbanda atuando de forma diferente, se compararmos com a metodologia
“Kardecista”. O obsessor é literalmente afastado do obsediado e encaminhado
para estâncias onde receberá o cuidado necessário, enquanto ao obsediado ficará
com a orientação para desenvolver-se moralmente.
“Vá e não peques mais”.
Muitos Espíritas argumentam que a
prática da Umbanda, nessa área, vai contra a Lei Divina, afetando o Livre Arbítrio
de cada um e, não há moralização do obsessor, que pode voltar para sua prática
descabida.
Consideremos que Espírito
desorientados, dementados em vários graus, não possuem lucidez no uso de seu
Livre Arbítrio, sendo escravos de si mesmos, ou seja, também auto obsediados.
A literatura Espírita é cheia de
casos, onde não se “respeitou” o Livre Arbítrio do obsessor, ou ainda, há a
utilização do engodo, ou farsa. No livro “Loucura e Obsessão” (editora FEB, 11°
edição, 2010, 334 páginas), de Manoel Philomeno e Divaldo Franco, que se passa
em um Terreiro de Umbanda, vemos um grande número de obsessores sendo tratados
por entidades de aparência indígena, que eram os guardiães da Casa. Alguns
médiuns incorporavam os espíritos sofredores, aplicando o choque anímico sobre
os desencarnados ou forçando-os a se exaurirem energéticamente. Sem cerimônia,
os trabalhadores espirituais levavam os “nocauteados” para ambientes
específicos, verdadeiros ambulatórios.
Percebemos a forma segura com que a
Espiritualidade Superior conduz os sofredores dentro do preceito da Caridade
ensinado pelo Cristo. Igualmente, encontramos o uso de mentiras para conduzirem
desencarnados aturdidos por si mesmos, como podemos estudar em “Recordações da
Mediunidade” (editora FEB, 4° edição, 2011, 254 páginas), de Yvonne do Amaral
Pereira, quando ela narra o caso de Pedro, um desencarnado que
involuntariamente obsedia um conhecido a saudosa médium.
Os livros supracitados vieram à Terra
pelas mãos de respeitados médiuns e foram tutelados, não só por Manoel
Philomeno (sendo que este Espírito até se reconheceu preconceituoso a tudo que
não fosse caracterizado com Espiritismo, conforme o próprio considerou) e
Charles, respectivamente, mas sim por Adolfo Bezerra de Menezes e Leon Denis,
como verificamos nas apresentações das duas obras editadas pela Federação
Espírita Brasileira.
Não podemos cair no corporativismo
cego que hasteia bandeiras de preconceitos, atrasando a nós mesmos. As
informações da Verdade vêm há dois mil anos e até hoje escolhemos o que
queremos, deixando de lado o que nos é inconveniente.
Não devemos medir esforços em
auxiliar nossos Amigos Espirituais, melhorando, em primeiro lugar, a nós
mesmos, para assim realizarmos as verdadeiras obsessões que permeiam esse
mundo, todas baseadas no orgulho.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Video - Jose reis Chaves `Os dois cristianismo`
Uma prosa bem instigante com o biblista espírita José Reis Chaves
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